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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Coletivo Paralisar para Mobilizar - UFRB


No dia 1º de setembro de 2011, estudantes da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, em Assembleia Geral, deliberaram por Paralisar para Mobilizar.
O indicativo de paralisação concretizou-se a partir da percepção de que não se podia esperar mais para lutar pelas melhorias na Universidade. Da pauta da ocupação de 2008, apenas 20% das reivindicações foram atendidas. Desde então, diálogos têm sido estabelecidos com a Reitoria sem retorno algum, protelando assim a execução de reinvindicações básicas dos estudantes, a exemplo da construção de Restaurantes Universitários, Residências, ampliação de bolsas, aumento do acervo bibliográfico, dentre outras.
Em 2011, com o diagnóstico das carências, verificou-se uma situação limite: há Cursos que não possuem a mínima estrutura material para desenvolver as atividades práticas do seu currículo! Como prosseguir com as aulas? Qual tipo de aula se propõe uma Universidade que não garante as condições elementares para o Ensino?

Matéria Completa: Centro de Mídia Independente

Link: Ocupação UFAL 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

[Grécia] A educação gratuita e o asilo universitário foram eliminados com uma lei ultradireitista”

Em 24 de agosto foi votado, com pressa e por maioria, o projeto de lei de Educação Superior. É uma lei que converte as universidades, por completo, em presas do desenvolvimento capitalista. Necessitam de alguns analfabetos, totalmente especializados e escravos dóceis das empresas e do capital. Este é o único objetivo do novo projeto de lei de Educação Superior. Com as necessárias cláusulas suplementares, ou seja, as exigências ultradireitistas de eliminação de asilo, os partidos burgueses que se alternam no poder, juntamente com o partido fascista Laos, concordaram em votar o projeto de lei mais conservador que já se apresentou até hoje.
Apenas dois dias foram suficientes para eliminar a Educação Pública e expulsar das universidades o livre intercâmbio de idéias. Os partidos que aspiram tomar o poder e seus lacaios estão comemorando o consenso oficialmente alcançado, pela primeira vez, para implementar um projeto de lei que:
• Elimina diretamente a Educação Pública gratuita, abrindo caminho para a imposição de taxas, incluindo em estudos universitários anteriores à pós-graduação.
• Elimina a distribuição gratuita de anotações e livros acadêmicos, bem como a maioria dos benefícios para os estudantes.
• Elimina completamente o asilo universitário¹.
• Conduz à degradação total dos diplomas universitários, mediante a eliminação de departamentos e grupos universitários.
• Promove uma administração centralizada e oligárquica nas universidades, nas quais os empresários, gestores e políticos desempenharão o papel mais importante, enquanto os alunos terão um papel simbólico.
• Legitima as escolas privadas, pela porta de trás, já que lhes dá a oportunidade de seus alunos ingressarem no ensino superior, confirmando mais uma vez o caráter classista da educação.
• O Poder, através do novo projeto de lei, e com a colaboração entre eles, competindo a quem irá conduzir a política mais ultradireitista, afirma novamente que pretende “curar as patogenias” da educação em nosso país, lembrando muito a um velho aspirante a cirurgião-curador².
  Toda esta ofensiva ao setor da educação, no entanto, vem como uma peça a mais da reestruturação violenta do sistema e como tal deve ser enfrentada. Coletiva e combativamente, contra a guerra que nos declararam, contra a ocupação política e econômica que estão impondo.