No coletivo cada pessoa participa do destino político de sua sala. Pensar local, agir global.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Docverdade: Mulheres invisíveis (2011)
(Brasil, 2011, 15 min - Direção: Bruna Provazi)
Documentário que expõe a enorme diferença de reconhecimento entre o trabalho do homem e da mulher.
O desmerecimento do trabalho doméstico, por apenas não ter cifra no sistema capitalista, a diferença salarial entre os sexos desempenhando a mesma função, a dupla jornada de trabalho das mulheres mostram como ainda a sociedade brasileira ainda está longe de ser igualitária.
(docverdade)
Portal UFAM: Abertas Incrições para o VII Jogos Universitários (JUUFAM)
A Pró-reitoria de Assuntos Comunitários (Procomun) inscreve, até o dia 28 de setembro, alunos e equipes interessados em participar dos Jogos Universitários da Ufam.
As incrições podem ser realizadas das 9h às 16h30, na sala de desporto, antiga Procomun.
Informações e conograma: Portal UFAM
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O fascismo nosso de cada dia
"Outrora temíamos a volta do fascismo. Hoje, vivemos às vésperas da lei de Gerson ser erigida em capítulo primeiro das constituições de “Estados democráticos”
15/09/2011
Alipio Freire
Segundo Jean-Paul Sartre, não é o torturador que faz a tortura, mas a prática da tortura que faz o torturador. Concordando, afirmamos: não é o fascista que faz o fascismo. São as práticas fascistas que fazem os fascistas.
Outrora temíamos a volta do fascismo. Hoje, vivemos às vésperas da lei de Gerson ser erigida (oficialmente) em capítulo primeiro das constituições de “Estados democráticos”, e da impunidade das elites e dos agentes do seu Estado ser transformada em jurisprudência. Oficiosamente, o mundo já parece funcionar assim.
A naturalização dos massacres dos mais pobres por agentes do Estado ou milícias privadas; a convivência promíscua com a corrupção; a flexibilização do conceito de tortura e defi nição de “circunstâncias” em que ela pode/deve ser utilizada; os poderes das Repúblicas controlados e exercidos pelos dossiês (chantagens); a delação premiada como estatuto legal; o medo e o pânico como alavancas da paz social; mecanismos de controle dos indivíduos em nome da sua segurança pessoal, como câmeras e gravadores espalhados por toda parte, muitas vezes com o apelo cínico e patético: “sorria, você está sendo filmado” (e muitos sorriem); a valorização das pessoas pelo que são capazes de consumir; a vida pública e a vida privada mercantilizadas como espetáculo; a substituição do conceito de autodeterminação dos povos pelo de “soberania relativa”, implicando invasões, guerras e destruições de povos em nome da democracia e da paz internacional; o acobertamento das disputas de mercados e de classes, por “guerras religiosas”; o moralismo cada vez mais torto e hipócrita a serviço de escândalos capazes de vender jornais, revistas, programas de tv, rádio, etc.; o silêncio da grande maioria dos que mais sabem; enfim, a banalização do mal.
A lista é infinita.
Ou seja, as práticas fascistas estão instaladas no dia-a-dia.
Agora, só falta um pouco mais de prática intensiva desses valores para que os quadros do fascismo emerjam viçosos e despojados de qualquer conveniência.
E eles estão se formando: na direita e na esquerda.
Alipio Freire é jornalista e escritor.
Texto publicado originalmente na edição 445 do Brasil de Fato.
retirado de Brasil de Fato.
Quem tem medo de Greve na UFAM?
Não é de hoje que o fantasma da greve ronda os corredores da UFAM. Apesar de ser um dos mais fortes instrumentos da luta dos trabalhadores, causa arrepios nos estudantes. Funcionários preguiçosos querendo aumento, ideia que predomina entre os desavisados. Greve para quem?
Parte significativa dos técnicos administrativos está em greve de fato. A Associação de Docentes da UFAM (ADUA), em Assembléia Geral, decidiu manter o indicativo de greve pelos próximos dias. As duas categorias estão concentradas na mobilização de suas bases.
Esse movimento está longe de ser local, crescendo em mais de 50 universidades de todo país. Pelo menos duas reitorias estão ocupadas no país. As discussões estão longe da simples luta salarial. Medidas polêmicas como a Medida Provisória (MP)520/2010 e MP 525, apenas colocam em evidência o desmonte do ensino público. A mobilização dos trabalhadores da educação procura defender a educação pública e de qualidade no ensino superior. Nos últimos anos a precarização do ensino tem acelerado. O REUNI pode ser apenas uma dessas facetas.
Parte significativa dos técnicos administrativos está em greve de fato. A Associação de Docentes da UFAM (ADUA), em Assembléia Geral, decidiu manter o indicativo de greve pelos próximos dias. As duas categorias estão concentradas na mobilização de suas bases.
Esse movimento está longe de ser local, crescendo em mais de 50 universidades de todo país. Pelo menos duas reitorias estão ocupadas no país. As discussões estão longe da simples luta salarial. Medidas polêmicas como a Medida Provisória (MP)520/2010 e MP 525, apenas colocam em evidência o desmonte do ensino público. A mobilização dos trabalhadores da educação procura defender a educação pública e de qualidade no ensino superior. Nos últimos anos a precarização do ensino tem acelerado. O REUNI pode ser apenas uma dessas facetas.
No próprio Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL), alguns cursos novos sofrem com falta de professores. Nos últimos anos, a própria ADUA, foi uma das únicas entidades a discutir o crescente movimento de privatização da universidades públicas e os impactos do REUNI. Na parte estudantil a desmobilização encontra-se em estado crítico.
As últimas gestões do Diretório Central dos Estudantes (DCE) eram formadas majoritariamente por militantes de partidos políticos alinhados ao Governo Federal. Gestões abandonadas ainda são lembradas pelos mais atentos. Enquanto faltam salas para abrigar os C.A.´s do ICHL, estão sobrando salas comerciais no novo Centro de Convivência, que ainda está em construção. Episódio muito pouco esclarecido e divulgado no meio acadêmico. No momento em que ocorreu o XX Encontro de Pesquisa
Educacional do Norte e Nordeste, não temos nem banheiros limpos para apresentar. Falta estrutura básica, até mesmo para se tomar banho num dia de muito calor.
As últimas gestões do Diretório Central dos Estudantes (DCE) eram formadas majoritariamente por militantes de partidos políticos alinhados ao Governo Federal. Gestões abandonadas ainda são lembradas pelos mais atentos. Enquanto faltam salas para abrigar os C.A.´s do ICHL, estão sobrando salas comerciais no novo Centro de Convivência, que ainda está em construção. Episódio muito pouco esclarecido e divulgado no meio acadêmico. No momento em que ocorreu o XX Encontro de Pesquisa
Educacional do Norte e Nordeste, não temos nem banheiros limpos para apresentar. Falta estrutura básica, até mesmo para se tomar banho num dia de muito calor.
E quem sabe que deveria ter jantar no Restaurante Universitário? A burocracia e a desinformação são
mecanismos de poder sabiamente utilizados para ganhos pessoais. Muita gente ainda confunde os recursos públicos com as contas pessoais. E nesse ponto a UFAM ainda tem muito a aprender. Estudantes, técnicos e professores, formam a estrutura básica da Universidade. Fazendo parte do mesmo universo, os problemas de um afetam todos os outros. Trocar experiências e informações pode começar a mudar o quadro das coisas.
mecanismos de poder sabiamente utilizados para ganhos pessoais. Muita gente ainda confunde os recursos públicos com as contas pessoais. E nesse ponto a UFAM ainda tem muito a aprender. Estudantes, técnicos e professores, formam a estrutura básica da Universidade. Fazendo parte do mesmo universo, os problemas de um afetam todos os outros. Trocar experiências e informações pode começar a mudar o quadro das coisas.
Dinâmica da Ocupação da UFSM:
Ocupação da Reitoria:
Reunião do Grupo de Estudos e Pesquisas em Teoria Crítica
Prezad@s colegas,
O prof. Renan Freitas Pintos e eu estamos organizando um Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Teoria Crítica no âmbito do ICHL/UFAM. O grupo é vinculado ao Departamento de Ciências Sociais e ao Núcleo de Estudos e Pesqusias Sociais – NEPS. Trata-se de uma iniciativa com objetivo de fortalecer o campo da Teoria Crítica na Universidade, tomando como ponto de partida as contribuições dos autores vinculado à “Escola de Frankfurt” e, mais recentemente, dos autores alemães e norte-americanos que têm se dedicado à renovação deste campo teórico. O Grupo pretende discutir os diferentes modelos de Teoria Crítica, dialogando com os diversos campos do pensamento social, a fim de destacar o potencial teórico-metodológico destes para a realização de pesquisas na Amazônia.
Diante disto, servimo-nos do presente para convidá-los a participar da primeira reunião do Grupo que ocorrerá nesta quinta-feira, 15/09, às 14:30 hs, no NEPS/ICHL. A reunião terá como ponto de pauta:
1 Definição de um programa de estudos e debates sobre os diferentes modelos de Teoria Crítica;
2 Definição das linhas de estudos e pesquisas do grupo;
3 Discussão sobre o projeto Encontro de Idéias: Caminhos da Teoria Crítica, coordenado pelo prof. Renan.
4 O que houver
Atenciosamente,
Prof. Davyd Spencer R. de Souza
Prof. Renan Freitas Pinto
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Assembleia de Estudantes da UFAM.
Atenção estudante: Segunda-feira, 19/09/2011
Exibição do documentário "LA REBELION DE LA PINGUINA"
Em maio de 2006, Chile presenciou o surgimento e o amadurecimento do movimento de estudantes secundaristas, que configurou um processo original de luta e imensa força com mais de um milhão de estudantes mobilizados em todo o território nacional. Com protestos de rua e principalmente ocupações de colégios, exigindo não apenas melhoras na edução, se não também mudanças estruturais no país, os pinguins, como são conhecidos os estudantes secundaristas no Chile, selaram um caminho de luta.
*retirado do Dvd.
e D e b a t e
"Os problemas da Universidade"
Quando: 19 de Setembro de 2011, às 16h.
Onde: Hall do ICHL.
Exibição do documentário "LA REBELION DE LA PINGUINA"
Em maio de 2006, Chile presenciou o surgimento e o amadurecimento do movimento de estudantes secundaristas, que configurou um processo original de luta e imensa força com mais de um milhão de estudantes mobilizados em todo o território nacional. Com protestos de rua e principalmente ocupações de colégios, exigindo não apenas melhoras na edução, se não também mudanças estruturais no país, os pinguins, como são conhecidos os estudantes secundaristas no Chile, selaram um caminho de luta.
*retirado do Dvd.
e D e b a t e
"Os problemas da Universidade"
Quando: 19 de Setembro de 2011, às 16h.
Onde: Hall do ICHL.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Lançado Documentário de Longa Metragem sobre o Santuário
O filme de longa metragem Sagrada Terra Especulada - A Luta contra o Setor Noroeste narra um período de lutas contra o bairro de alto luxo arquitetado pela especulação imobiliária do Distrito Federal. Vale lembrar que o projeto do Setor Noroeste foi dado de presente ao Governo do Distrito Federal por nada mais nada menos que a Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal - ADEMI-DF.
Tendo como enfoque a resistência realizada na Reserva Indígena Santuário dos Pajés, o filme afirma o direito indígena e traça a ação da mídia, políticos, empresários, especuladores e burocratas: todos a serviço do lucro e da segregação. O blefe da sustentabilidade também é apresentado como agregador de valor e explorado cínicamente em campanhas publicitárias sem escrúpulos. De outro lado, o documentário mostra a ação de movimentos populares em uma incansável e também vitoriosa luta pela preservação do santuário e respeito a natureza.
Narrado pelo rapper GOG, e realizado colaborativamente, sem nem um tipo de apoio institucional ou patrocínio, o documentário pode ser assistido e distribuído gratuitamente.
* retirado de http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2011/09/496734.shtml
Elogio ao coletivo.
A palavra Comunidade sempre ecoa em nossos ouvidos em relação direta com a ideia de ter algo em comum. Na verdade, é fundamental considerar a noção de comunidade como sendo explícito a noção de várias pessoas com algo que as reune, esse "algo" poderia ser identificado como um espaço físico e necessidades que convergem. A palavra comunidade tem origem no latim (communitas) e significa característica comum, de todos. Considere então que a idéia de compartilhar é inerente à
comunidade. Nós compartilhamos o que nos leva a estar em uma comunidade, com ou sem a nossa vontade.
Se falarmos, por exemplo, uma "comunidade agrícola", estamos nos referindo a um grupo humano que compartilha sua conexão com o trabalho e a produção agrícola, o plantio de espécies de plantas x, seus cuidados, coleta e possivelmente entrada no mercado. Se nos referimos a uma "comunidade escolar", que inclui alunos, professores, pais e representantes, pessoal administrativo, supervisores, em última análise todas as pessoas certificadas envolvidas com a vida da escola. A comunidade local seria composta de todas as pessoas que vivem na mesma área, uma comunidade de trabalho tem a ver com aqueles com quem trabalhamos e assim por diante. Da família ao o país estamos intregados em diversas comunidades. Isso é intrínseco ao próprio fato de que viver em sociedade.
Os seres humanos vivem em sociedades desde o seu aparecimento na Terra, e a razão fundamental tem a ver com nossa biologia e as nossas necessidades de todos os tipos. Se fala em "comunhão matrimonial" para se referir ao casal cujo casamento com frequência se refere ao desejo de reprodução, da prole, o desejo de se ver em outro lugar, a família. As pessoas se unem por várias razões, principalmente por ajudar pessoas a viver, que é naturalmente mais fácil em uma comunidade.
É impossível viver de maneira saudável estando isolado, os seres humanos são sociais por natureza, se voltou para seus pares na Idade das Cavernas, e chega na descoberta do fogo e da ferramenta dessa maneira. Executar tarefas comuns para a sobrevivência deve ter sido um assunto comum em um momento em que os indivíduos devem enfrentar uma natureza esmagadora, e o desejo de procurar meios de subsistência.
Na comunidade me reconheço no outro.
Muitas vezes, os seres humanos em comunidades tomam decisões tão importantes como onde construir
uma vila ou cidade, para isso se trabalha em conjunto, chegam a acordos, se o sonho com o outro. A busca do encontro com os outros com na essência do ser humano, como escreveu o poeta espanhol Antonio Machado:
Não é o fundamental
isso que busca o poeta,
Cito o essencial a você.
(...)
Com o tu em minha canção
Quero dizer, camarada:
Esse tu sou eu.
Esta procura para descobrir o outro, também tem o sentido de saber ser reconhecido. A necessidade de encontro com os outros está implícita. Existe uma ação com base nesta. Pensando nisso recordamos do poema do escritor venezuelano Aquiles Nazoa intitulado "Credo", no qual o poeta enumera inicialmente um
conjunto de fatos e circunstâncias em que acredita, ele concluiu que:
“(...) Eu acredito na amizade como a invenção mais
bonita do homem, acredito nos poderes criativos das
pessoas, eu acredito em poesia e acredito em mim
mesmo, pois que sei que alguém me ama.”
Então não se trata de reconhecer o outro, mas também ser reconhecido por aquele.
* Traduzido do livro
Elogio a la comunidad( 2004, Consejo Nacional de Cultura) de Laura Antillano E l o g i o a C o m u n i d a d e
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
ATENÇÃO: Assembleia Geral de Estudantes
Remarcada: Quarta-feira dia 14/09/2011 Assembléia Geral de Estudantes.
12:00h sala 07.
Proposta de Metodologia
1. Informes
2. Exposição sobre a proposta do Coletivo Autônomo de Ciências Sociais
3. Votação da Proposta
3.1 Caso aprovada: Discussão das datas das eleições.
4. O que houver.
A desmobilização leva diretamente a desorganização estudantil.
Defendemos uma outra via de organização estudantil. O protagonismo direto dos estudantes, nas tomadas de decisão, como motor de sua organização. Através de uma rede de apoio mútuo estimulando a solidariedade e a troca de informações entre os estudantes. A divisão de tarefas seria constituída diretamente pela base. Propomos que cada período tenha um/dois representante(s) na organização geral dos estudantes que poderiam ser um conselho, coletivo, diretório, etc. Por ano de entrada no curso, cada turma formaria livremente o processo de escolha de seus representantes.
Este estabelece o diálogo com os representantes de outros períodos, assim sua reunião constituiria a representação legítima dos estudantes. A rotatividade contínua estimula que os representantes estejam diretamente ligados aos anseios de suas turmas. Esses mecanismos poderiam evitar que grupos tomem conta da estrutura da organização estudantil, muitas vezes aparentando personalismo e trampolim para interesses individuais.
Nessa tiragem de representantes se formaria um conselho-geral de, pelo menos, oitos representantes, que seriam permanentemente ligados às suas respectivas turmas e à Assembléia Geral de Estudantes. A reunião geral dos estudantes formaria a instância máxima de decisão estudantil. As decisões de quais atividades seriam realizadas pelos estudantes e definidas em reunião com cada representante discente. Para tornar prática essas ideias, iremos propor uma base de acordo que pode vir a estruturar para os próximos dias nossa organização embrionária. Formando a primeira representação estudantil que estimulará colocar em prática atividades urgentes. As decisões sob consenso devem ser estimuladas, sob clara argumentação e exposição. Nos próximos dias pretendemos publicar e formar rodas de discussões sobre essas temáticas:
Organização e movimento estudantil;
Conjuntura nacional e internacional
Primeiro proposta para organização
estudantil livre e autônoma:
1. Membros de cada sala para o conselho de estudantes por ano de entrada.
2. Rotatividade permanente dos membros.
3. Para membros do conselho geral, pelo menos dois membros de cada sala, formando 8 membros.
4. As eleições serão realizadas por cada turma em seu determinado período.
5. Em reuniões fora do curso como representação do corpo discente serão enviados pelo menos dois membros do conselho geral.
6. Assembleia Geral Estudantil é a instância máxima de decisão, sempre estando acima do conselho.
7. Proporcionar uma rede de apoio mútuo e informação entre os discentes de Ciências Sociais.
8. Estimular o protagonismo, ação direta, dos estudantes de Ciências Sociais.
E tem pauta para as a lutas também:
Conquistar uma nova sede para o Coletivo Estudantil
A g i r , P o s s i b i l i t a
O Coletivo Amigos do CACS chama todos os estudantes do curso para ação. Fazemos um apelo para formulação de um movimento de base dos estudantes. Chamado que foi resultado do desdobramento de conversas e opiniões sobre a latente necessidade de reorganização do movimento estudantil do curso. Entendemos que a constituição de um movimento base é a forma legítima de representação estudantil. Estamos completamente desagregados. Isso significa que a informação não circula pelos corredores e salas de aulas. Apenas para lembrar, alguns temas importantes que não estão tendo qualquer debate amplo pelos estudantes: Semana de Ciências Sociais, reforma da grade currículo pedagógica, o problema da licenciatura, dentre outros. São temas que refletem diretamente em nossa formação. Este não é um problema isolado de nosso curso, vários cursos da UFAM e de outros estados enfrentam o problema da desmobilização geral.
Articular informações significa conhecer nossas ideias e experiências. Podemos criar e participar ativamente de encontros regionais e nacionais, formar nossas próprias pautas e reivindicações. Nosso chamado pretende impulsionar o protagonismo dos estudantes nos rumos das Ciências Sociais no Amazonas. Formar uma rede de informação entre os períodos e potencializar os interesses e ideias
de cada um em proveito do coletivo. A simples organização dos estudantes poderia resultar em projetos interessantes como jornais, mídia digitais e debates no interior do curso, na UFAM e para além dos muros da universidade. Um espaço físico que possa fornecer uma estrutura mínima para os estudantes com computadores, internet, biblioteca, videoteca, impressora, sede de sua organização, pode se tornar uma demanda legítima da organização estudantil. Vale lembrar que em 2010 perdemos nosso espaço físico que ficava localizado no bloco do Departamento de Filosofia. Abandonado por
antigas gestões, e pelo nosso desinteresse, que deixamos o centro acadêmico arruinado literalmente. Atualmente estamos estudando para compreender a realidade e conhecer diversas possibilidades de intervenção direta. Sem dúvida, somos capazes de formar uma organização comprometida com o coletivo, que possa render frutos para a sociedade manauara.
Articular informações significa conhecer nossas ideias e experiências. Podemos criar e participar ativamente de encontros regionais e nacionais, formar nossas próprias pautas e reivindicações. Nosso chamado pretende impulsionar o protagonismo dos estudantes nos rumos das Ciências Sociais no Amazonas. Formar uma rede de informação entre os períodos e potencializar os interesses e ideias
de cada um em proveito do coletivo. A simples organização dos estudantes poderia resultar em projetos interessantes como jornais, mídia digitais e debates no interior do curso, na UFAM e para além dos muros da universidade. Um espaço físico que possa fornecer uma estrutura mínima para os estudantes com computadores, internet, biblioteca, videoteca, impressora, sede de sua organização, pode se tornar uma demanda legítima da organização estudantil. Vale lembrar que em 2010 perdemos nosso espaço físico que ficava localizado no bloco do Departamento de Filosofia. Abandonado por
antigas gestões, e pelo nosso desinteresse, que deixamos o centro acadêmico arruinado literalmente. Atualmente estamos estudando para compreender a realidade e conhecer diversas possibilidades de intervenção direta. Sem dúvida, somos capazes de formar uma organização comprometida com o coletivo, que possa render frutos para a sociedade manauara.
Apontamos a organização burocrática e centralizadora, representada pelo sistema presidencialista, como um dos principais fatores que de forma gradual nos levou para apatia. Surge no momento um nova possibilidade de organização que está centrada na ação direta de todos os estudantes. Construir o coletivo de Ciências Sociais, através da base, poderia ser um novo rumo que poderá render frutos interessantes para os próximos anos.
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